Origem do Dia das Mães
A mais antiga forma de celebração da maternidade pode ter sido as celebrações de Réia, a mãe de todos os deuses, na antiga civilização grega. Em Roma, o festival que mais se assemelhava ao Dia das Mães era dedicado a Cibele, também considerada mãe dos deuses. As cerimônias em sua homenagem duravam três dias, numa festa conhecida como "Hilaria".
No século 16, a Inglaterra comemorava o chamado "Domingo da maternidade" no quarto domingo da Quaresma. Nessa época, a maioria dos jovens de baixa renda da Inglaterra trabalhava como serva para a população rica e, como seu emprego ficava muito longe de suas casas, viviam na casa de seus empregadores.
No domingo das mães, eles tinham folga e eram encorajados a ir para casa, passar o dia com suas mães. Com a disseminação do cristianismo na Europa, o nome da comemoração mudou, e passou a honrar a "Mãe Igreja", um poder espiritual que dava a vida e protegia a todos. Com o passar do tempo, as duas comemorações foram conjugadas e esse domingo passou a honrar tanto as mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, Anna Jarvis é a idealizadora do feriado. Em 1907 ela começou uma campanha para instituir o Dia Nacional das Mães. Ela conseguiu que a pequena cidade de Grafton, na Filadélfia, celebrasse o Dia das Mães no segundo aniversário da morte de sua própria mãe, Anna Reese Jarvis.
No ano seguinte, a comemoração se espalharia por toda a Filadélfia. Logo, Anna e seus colegas de causa começaram a escrever para padres e políticos de todo o país, na tentativa de nacionalizar a comemoração. Em 1991, eles conseguiram o que queriam, e o Dia das Mães foi celebrado em quase todos os Estados norte-americanos. Em 1914, o presidente Woodrow Wilson fez um comunicado oficial, proclamando o Dia das Mães como feriado nacional, a ser celebrado sempre no segundo domingo de maio.
O cravo, flor favorita da mãe de Anna Jarvis, tornou-se o símbolo das mães, após ter sido usado na celebração de 1907 em Grafton. Os cravos brancos significavam a pureza, doçura e eternidade do amor de mãe. Com o tempo, os cravos brancos tornaram-se símbolo da mãe que já faleceu, enquanto os vermelhos representam a mãe viva.
O dia das mães no mundo
Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, EUA, Finlândia, Itália, Japão, Turquia e outros: 2º domingo de maio
África do Sul: 1º domingo de maio
Argentina: 2º domingo de outubro
Espanha e Portugal: 8 de dezembro, dia em que se homenageia a Virgem Maria
França e Suécia: último domingo de maio
Índia: início de outubro
Iugoslávia: 2 semanas antes do Natal
Líbano: 1º dia da primavera
Noruega: 2° domingo de fevereiro

MÃE
A
Mãe e o Pai estavam assistindo televisão, quando a Mãe disse:
"Estou cansada
e já é tarde. Vou me deitar". Foi à cozinha fazer uns
sanduíches para o lanche do dia seguinte na escola, passou uma
água nas taças das pipocas, tirou carne do freezer para o jantar do
dia seguinte, confirmou se as caixas dos cereais não estavam vazias,
encheu o açucareiro, pôs tigelas e talheres na mesa e preparou
cafeteira do café para estar pronta para ligar no dia seguinte. Pôs
ainda umas roupas na máquina de lavar, passou uma camisa a ferro e
pregou um botão que estava caindo.
Guardou
umas peças do jogo que ficaram em cima da mesa, e pôs a agenda do
telefone no lugar. Regou as plantas, despejou o lixo, e pendurou uma toalha para
secar. Bocejou, espreguiçou-se, e foi para o quarto.
Parou
ainda no escritório e escreveu uma nota para o professor do filho,
pôs num
envelope junto com o dinheiro para pagamento de uma visita de estudo e apanhou
um caderno que estava caído debaixo da cadeira. Assinou um cartão de
aniversário para uma amiga, selou o envelope e fez uma pequena lista para
o supermercado. Colocou ambos perto da carteira.
Nessa altura o Pai disse lá da sala: "Pensei que você tinha ido se deitar".
Estou
a caminho" respondeu ela.
Pôs
água na tigela do cão e chamou o gato para dentro de casa.
Certificou-se de que as portas estavam fechadas.
Espreitou
para o quarto de cada um dos filhos, apagou a luz do corredor,
pendurou uma camisa, atirou umas meias para o cesto da roupa suja e conversou um bocadinho com
o mais velho que ainda estava estudando. Já no quarto, acertou
o despertador, preparou a roupa para o dia seguinte e arrumou os
sapatos. Depois lavou o rosto, passou creme, escovou os dentes e acertou
uma unha quebrada.
A
essa altura, o pai desligou a televisão e disse:
"Vou
me deitar". E foi... sem mais nada.
Notaram
aqui alguma coisa de extraordinário?... Ainda perguntam por que
é que as mulheres vivem mais... e são tão MARAVILHOSAS?
PORQUE
SÃO MAIS FORTES... FEITAS PARA RESISTIR...
"Existem
muitos motivos para não se amar uma pessoa, mas apenas um para amá-la".
Carlos
Drummond de Andrade
Feliz dia das Mães
Catedral do Mediador - IEAB
